Pular para o conteúdo principal

POESIA VIVA DO RECIFE : livro impresso e eletrônico em homenagem aos 476 anos da Cidade






     A segunda edição da antologia POESIA VIVA DO RECIFE, ampliada com a reunião de textos de 200 poetas pernambucanos, será lançada, pela Panamerica Nordestal Editora, em edições impressa e eletrônica, ainda neste ano de 2013, em homenagem aos 476 anos da cidade. 

     O poeta e editor Juareiz Correya, responsável pela organização da antologia, esclarece que "na primeira edição, publicada pela Companhia Editora de Pernambuco - CEPE / Governo do Estado, em 1996, por iniciativa do presidente Evaldo Costa, o livro reunia 100 poetas pernambucanos.  A nova edição, revista e ampliada, preserva os poetas/poemas publicados da primeira edição e publica novos textos, criados sobre o Recife, de alguns poetas já conhecidos e de novos e novíssimos poetas que vivem, amam e eternizam a cidade."

     Além dos 100 poetas já publicados na primeira edição da antologia, estes são alguns dos novos nomes com poemas já selecionados para a segunda edição da antologia POESIA VIVA DO RECIFE :

     Adriana Perrucci, Alexandre Furtado, Altair Leal, Aluísio Santos, André Cervinskis, André Luiz de Castro, Antonio Botelho, Antonio Campos, Arnaud Mattoso, Ary Sergas Santos, Bernardo Valença,  Carlos Cardoso, Carlos Maia, Cármino Willans, César Jeansen, Cida Pedrosa, Cloves Marques, Clóvis Campelo, Daniel Lima, Davino Ribeiro de Sena, Débora Brennand, Débora Colaço, Delmo Montenegro, Edvaldo Bronzeado, Erickson Luna, Esman Dias, Everardo Norões, Fábio Andrade, Feliciano Junior, Fernanda Jardim, Fernando Araújo,
Fernando Chile, Flávio Camboril, Garibaldi Otávio, Geraldo Falcão, Giovanna Guterres, Graça Graúna, Hildeberto Montenegro, Ivan Maia, Ivan Marinho Filho, Joaquim Ricardo, Joca de Oliveira, Jomard Muniz de Britto, José Almino de Alencar, José Luiz de Almeida Melo, José Ramos Sobrinho, José Tavares Jofilsan, José Terra, Josilene Corrêa, Lara, Lenilde Freitas, Liana Mesquita, Luciano Nunes, Lúcio Ferreira, Luiz Carlos Albuquerque, Luiz Carlos Dias, Malungo, Manoel Constantino, Márcia Maia, Márcia Maracajá, Marcilio Medeiros, Marcos d'Morais, Mariana Arraes, Marilda Vasconcelos de Oliveira, Mauro Sales, Meca Moreno, Micheliny Verunschk, Miriam Portela, Miró, Nivaldo Lemos, Odmar Braga, Paulo Azevedo Chaves, Paulo Bruscky, Pedro Américo de Farias, Raimundo de Moraes, Robson Sampaio, Rogério Generoso, Romero Amorim, Ronildo Maia Leite, Sérgio Augusto Silveira, Sérgio Leandro, Sílvio Hansen, S.R. Tuppan, Talis Andrade, Valmir Jordão, Wellington Melo, Weydson Barros Leal, Wilson Vieira. 

Comentários

  1. Poema: Frevo Recife
    autor: carlos gaiza

    Que frevo é esse de bela canção,
    que rasga ouvido, e devora coração,
    que treme o corpo;
    vai pelo braço e explode na mão.

    É o frevo Recife,
    que não ta morto no esquife
    enfeitado de trabuco,
    que atira alegria
    E se veste de Imperatriz
    levando guerra de blocos
    pro diário de Pernambuco
    na praça da meretriz.

    No rio Capibaribe
    esse frevo vai passar
    vou tomar banho de frevo
    quando esse frevo tocar.

    Que passa ponte de lá
    pro outro lado brincar,
    que passa ponte de cá
    prá quem vem namorar.
    Vai arrastando a gente
    E não há quem aguente.




    carlosbo@ig.com.br

    ResponderExcluir
  2. Poema: Recife
    autor: carlos gaiza

    Recife!
    Teus cinemas e restaurantes,
    teus parques e padarias,
    teus shoppings e muitas praias.

    Bibliotecas sem opções,
    teus jornais são que nos traz
    o crescimento de informações
    de cada dia que não volta mais.

    Muitos bares de montão,
    isso sim não falta não,
    até posto de gasolina,
    na loja conveniência,
    se namora uma menina.

    Tuas cidades circunvizinhas
    te fornecem mão de obra;
    retornam cara de tristeza,
    e te prospera de riqueza

    Sim, os teus rios e tuas pontes,
    ainda são como antes;
    passando pro outro lado,
    por baixo o pescador
    ameniza sua dor.

    O teu sol o ano inteiro
    Aperta sem compaixão,
    Que nos leva a beber
    caldo de cana no fiteiro,

    Chega de verso e prosa,
    o teu carnaval tem frevo,
    o que é o que importa,
    alegria sem tristeza,
    isto é uma beleza.

    ResponderExcluir

Postar um comentário